Notícias – Clipping Eletrônico – 13.11.2011

14 de novembro de 2011 - 03:00

Diário do Nordeste  – Cidade

 

No ano passado 43 mil abandonaram a escola

É como se 120 alunos desistissem de estudar todos os dias na rede estadual; apesar disso, a evasão diminuiu no Ceará.

O desenvolvimento educacional não está baseado apenas na quantidade de alunos matriculados nas escolas. Para que se obtenha resultados positivos, é fundamental que eles permaneçam estudando. Porém, nas escolas estaduais do Ceará, há duas variáveis que ainda são verdadeiros desafios: a evasão escolar e distorção idade-série.

Segundo dados da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), somente no Ensino Médio das escolas estaduais do Estado, 43.049 alunos abandonaram as salas de aula no ano passado…

 

Integração

 

Currículo e sala de aula devem ser transformados

Segundo especialista, para combater a evasão, o ambiente escolar deve se adequar à realidade do aluno

O psicólogo e mestre em Educação, Marco Aurélio de Patrício Ribeiro, afirma que, para reduzir a evasão escolar, os gestores precisam tornar o ambiente institucional mais atrativo, transformando o currículo para a realidade do estudante, levando o lúdico para sala de aula, desenvolvendo esporte, arte e cultura no contraturno.

“A escola não pode jamais desistir do aluno. É fundamental um acompanhamento individual e visitas domiciliares para saber o verdadeiro motivo das ausências”, destaca.

Para o coordenador de Avaliação de Educação da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), Kennedy Santos, o abandono é uma questão histórica, que não pode desaparecer em curto prazo. Segundo ele, a busca do primeiro emprego, a falta de motivação, a ausência de atrativos na escola são algumas questões que influenciam na evasão…

 

 

Diário do Nordeste – Opinião

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Professores

Seria importante que o Governo do Estado venha a público dizer claramente por que não implementa o piso salarial nacional. Qual o problema que a implementação de uma lei declaradamente constitucional causa ao orçamento do Estado? A lei é incorreta? Ou realmente o interesse do governo é aniquilar a carreira dos educadores? O que vemos neste sentido é uma teimosia de não aplicar uma lei justa e certa. O pior é que nem Justiça nem Legislativo se posicionam diante do caos promovido por uma gestão insensível, deslocada dos interesses do povo e completamente ditatorial em um Estado que merece respeito. (Sobre matéria publicada na editoria de Cidade, sob o título “Professores estaduais – Categoria em greve no dia 25”)